quarta-feira, 21 de março de 2012

O Farol de Cacilhas

A minha proposta para um pequeno equipamento para Cacilhas foi a de um Farol. Trazendo a memória do antigo Farol de Cacilhas que outrora tanta importância teve. Farol esse que nos dias de hoje desapareceu, há quem diga que foi levado para os Açores.
Por isso pretendo criar um espaço público que ao mesmo tempo seja um Farol e cumpra a sua função de farol.
Assim projectei um Farol inserido numa plataforma que muda com as marés, o que faz com que seja um espaço que esteja sempre em constante mudança não é estático. O Farol esta ancorado a um braço que serve de percurso até ao farol mas ao mesmo tempo permite que o farol flutue ao sabor das marés.
Como edifício o Farol é uma estrutura de ferro e vidro, que no piso térreo possui um café/restaurante num pequeno espaço fechado a vidro, na sua cobertura (do café/restaurante) pretendo criar um espaço que permita dar concertos, um espaço totalmente aberto e livre. Na parte de cima encontra-se um miradouro e espaço de leitura e contemplação e por fim remato o edifício com um enorme paralelepípedo de luz que vai fazer com que o edifício cumpra a sua função de farol.
A zona de distribuição do edifício que é onde se encontram as escadas e o elevador é forrada a painéis que mudam consoante a luz para criar um maior dinamismo e para que o edifício seja completamente alterado com a Luz e o Mar na plataforma.
O equipamento situa-se numa óptima zona que permite uma contemplação de Lisboa enorme ao mesmo tempo que vive em perfeita comunhão com o rio, rio esse que é a alma da cidade de Lisboa, que tanta vida e movimento teve, tanta riqueza e alegria trouxe para cidade e também desgraça como o maremoto. Mas que até nessa altura foi benéfico porque permitiu uma restruturação da baixa da cidade.
Este equipamento é para ser vivido de ambas as margens, de Lisboa como um marco no rio um grande equipamento, que vive da luz e do mar, da margem de Cacilhas também da mesma forma mas com a vantagem da contemplação de toda a beleza da grande cidade que é Lisboa.
O Pontão funciona com as marés destapando ou cobrindo plataformas que podem ser acessíveis consoante o nível da maré, através de um braço móvel que é rematado pelo Farol.












sexta-feira, 9 de março de 2012

A Garrafeira
Este trabalho, partiu do desejo de um cliente, que já tinha umas mesas de cabeceira feitas por nós, em ter uma garrafeira a serio em casa, como tal sugerimos abolir um dos roupeiros que a casa possuía no corredor, e transformar o mesmo na tão desejada garrafeira.
Foi toda projectada tendo em conta os espaços das garrafas, e foi deixada uma prateleira de exposição no meio. Que faz a divisão dos tintos para os brancos e rosés.
A Lisbon Hill´s Project neste trabalho não ficou apenas pelo design da garrafeira e sua execução, mas também disponibilizou todo o recheio da mesma, (porque garrafeira sem garrafas não é garrafeira, de preferência cheias), segundo o gosto do cliente e em parceria com um Enólogo. O cliente desejava ter um pouco de tudo, Douro, Dão, Bairrada, Ribatejo, Lisboa, Sado, Alentejo, como base nisto foram sugeridos vários vinhos com preços variados mas sempre de qualidade extrema dentro da sua classe. O desejo era ter vinhos para todas as ocasiões, aquele mais fácil e barato para o dia à dia, um medio alto para o jantar de amigos ou o fora de série para aquele jantar especial a dois.




quinta-feira, 8 de março de 2012

Quarto do Duarte
Neste trabalho a intervenção foi total, pintamos o quarto todo, executamos as riscas da parede ( sim! Não é papel de parede!).
Desenhamos o roupeiro, e o combo cama de grades/muda fraldas.
Toda a decoração, forras de sofá, banqueta, japonês.
Foi quarto chave na mão.

          

              






Miolo do Roupeiro da Francisca
Miolo para quarto de Criança, pensado para o futuro. A arrumação foi feita segundo as necessidades do cliente.
Neste caso vai ser em MDF lacado a branco, com duas portas de correr igualmente lacadas a branco. Trabalho de execução é todo português.
Brevemente fotos do Quarto da Francisca....

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Mesa de Cabeceira
Mais um trabalho com o “carimbo” Lisbon Hill´s Project, neste caso especifico temos uma mesa de cabeceira, que conjuga três materiais diferentes o inox na base a estrutura de madeira lacada e o tampo em vidro, garantindo uma leveza única.


Deixamos aqui alguns projectos de estudo que deram origem a este…





quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Farmácia versão 2….
Após uma longa e produtiva reunião com o cliente, germinou uma nova ideia para abordar o projecto. Visto a farmácia estar situada numa zona antiga de Lisboa, pensou-se que esta nova ideia seria ideal para que os utentes se sentissem mais confortáveis (como que em casa), e por outro lado fosse um espaço mais caloroso e com alguma relação com o envolvente histórico e urbano da zona onde se situava. Desprendendo-se assim da imagem asséptica e “clean” da primeira proposta.
Vamos aproveitar um espaço interior da loja que até à data era armazém, para que a loja possa trabalhar em dois pólos diferentes, o balcão de entrada e este espaço reaproveitado para a elaboração de eventos, promoções de cremes ou de o que quer que seja relacionado com os produtos da farmácia.
Esta nova ideia faz com que todo o espaço seja tratado de uma forma única e coesa, para que possa parecer uno, mas sempre fazendo-se sentir esta dinâmica dos dois espaços.
Deste modo deixamos de ter loja + armazém, e passamos a ter um espaço único que é loja e armazém, mas para isso será necessário criar uma estrutura para que o espaço proporcione a arrumação necessária, sempre com a mesma leitura e harmonia.
Para que possa ver, deixo-vos aqui algumas imagens deste projecto.






terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Decoração de corredor

O cliente queria aproveitar duas peças antigas, herdadas. Deste modo apenas tivemos de desenhar um aparado, as medidas do mesmo teria de ser suficientes para albergar a banqueta restaurada no seu interior.
A ideia do papel de parede era conter todos os tons cromáticos usados na decoração, como a forra da banqueta em rosa com o contraste branco da base ( que ajudou bastante), o aparador em wengê, o resto da parede manteve-se branca a ideia do papel de parede foi permitir realçar o espelho que tinha a sua cor natural branca, e não quisemos estar a pintar pois fazia parte do conjunto da banqueta.
O resultado final foi este…